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sexta-feira, junho 18, 2010

É impressão minha ou esta é a pior capa de álbum de sempre?

É que não consigo encontrar nada de mais ridículo. Eles já não tinham grande efeito na minha pessoa, mas com isto simplesmente que atingem o patamar de "bandas que não existem para o André". Confesso que ainda nem percebi porque que isto me chateia, se pela estupidez sozinha, ou se pelo hype de "um álbum controverso e potencialmente genial" (cof cof) que será este novo. Posso ser eu, mas não compreendo a magia dos brilhantes Klaxons.

domingo, abril 04, 2010

Grandes Bandas, Grandes Fotos - #3

A dobrar, Men Eater e Isis. Não direi mais do que isso.

quinta-feira, março 18, 2010

Grandes bandas - Grandes fotos #2

A Lais do Ponto Alternativo aconselhou-me a dar uma vista de olhos em fotografias com esta. Temos de admitir: que grande vitória.

Há que respeitar muito o trabalho do senhor Cameraman Metálico, mas esta fotografia não deixa de ser uma forma curiosa de olhar para os Moonspell.

quarta-feira, março 17, 2010

Grandes bandas - Grandes fotos #1

Porque não? Isto vai ser muito esporádico, dependente daquilo que vou encontrando.

Esta concorre para a pior fotografia de banda de todos os tempos.

Mas também concorre para o prémio da mais fofinha de sempre. Benditos Isis, a satisfazer os ouvintes em várias frentes.

quarta-feira, novembro 25, 2009

Massive Attack @ Campo Pequeno

No passado fim de semana os britânicos Massive Attack apresentaram-se no Campo Pequeno para finalizar a tournée com 2 concertos consecutivos em Portugal. Eu estive lá no primeiro desses dias e posso afirmar que foi qualquer coisa de espantoso, superando de longe o concerto dado no Festival Super Bock Surf Fest 08.

Para abrir, os Massive Attack escolheram Martina Topley-Bird. A artista participou no novo álbum dos ingleses e estava em tour com eles, pelo que aproveitou para fazer as primeiras partes de todos os concertos, tendo a possibilidade de mostrar o seu trabalho próprio. Acompanhada por um ninja na bateria, a britânica, que emprestara a voz a Tricky no seu primeiro álbum, deu um concerto curto, expondo algum do seu reportório triphop/dub/soul. Transmitindo sempre uma aura de tranquilidade e satisfação, Martina mostrou os seus dotes vocais a par de um xilofone, uma bateria, a ocasional guitarra e outros mil instrumentos - a complementaridade instrumental ajudou a tapar os silêncios e tudo junto criou uma sonoridade própria. Ainda assim, Martina Topley-Bird resultará muito melhor em nome próprio, num ambiente mais familiar e como a música pede, mais íntimo.

Com um Campo Pequeno esgotado, esperava-se uma ligeira apresentação do álbum que está para vir - Heligoland - até porque o Splitting The Atom EP, já lançado, também o é. O último álbum lançado tinha sido 100th Window, lançado em 2003. No entanto, a banda manteve-se activa no que diz respeito a concertos, pelo que a máquina se manteve sempre muito bem oleada.

A parte inicial confirmou as expectativas: material novo através de Hartcliff Star, Babel, 16 Seeter e Bulletproof Love. Robert Del Naja deu logo a conhecer duas das estrelas da noite: Martina Topley-Bird, substituindo Stephanie Dousen, singer/songwriter que actuou com a banda em 2008, e Horace Andy, o eterno clássico colaborador da banda.
A partir daqui o concerto tomou um ritmo frenético, acompanhado sempre pelo placar de LEDs por trás da banda exibindo factos, frases e mensagens polémicas. Um concerto de Massive Attack vem sempre carregado de intervenção política e humanitária, ainda que silenciosa mas complementada pela música envolvente. Desta vez as mensagens de luz estavam na nossa língua, algo que eles alteraram ao longo da tour consoante o país onde tocavam. Risingson marcou o celebrado regresso a Mezzanine pela mão dos mestres Robert Del Naja e Grant Marshall.

Teardrop pela voz de Martina Topley-Bird foi acompanhada por arranjos mínimos e suaves, ficando a voz no primeiro plano (ainda mais!) e o silêncio que se fez sentir no Campo Pequeno tornou o momento mágico. Future Proof ganhou uma nova dimensão ao vivo, nunca tinha ouvido a música de uma forma tão enérgica e intensa. Quando Horace Andy entrou em palco e se ouviram os primeiros acordes de Angel iniciou-se mais um dos momentos da noite. Inertia Creeps voltou a juntar Del Naja e Marshall em mais um momento "mezzaninesco" mas desta vez houve, na minha opinião uma abordagem visual por parte da banda que não foi muito bem conseguida. Sou totalmente a favor da complementação do concerto com adereços visuais, e neste caso acho que é muito importante. No entanto frases como "Grande golo coloca selecção nacional no Mundial" e "Simão Sabrosa deseja acabar a carreira no Benfica" levaram a aplausos do público a meio de uma música que estava a ser tão, mas tão boa. Mal aqui os britânicos, embora eu ache que não era mal intencionado.

O primeiro encore serviu para voltar de novo a Blue Lines com o clássico Unfinished Sympathy, protagonizado pela enorme capacidade vocal de Deborah Miller. Seguiu-se a incendiária Marakesh, faixa nova que muita tinta está a fazer correr no no tubo (ver aqui) e que deixou o Campo Pequeno perfeitamente perplexo: Del Naja cantou o pouco que tinha de cantar e depois deixou que a fluidez e progressão da música tomassem conta da enorme sala e dele também. Acho que o britânico deve ter sido das pessoas que mais vibrou e dançou (sempre de costas para o público) ao som daquela autêntica bomba.

Houve ainda tempo para um terceiro encore (foi só mesmo um brinde, porque depois de Marakesh eu estava mais que satisfeito) limitado a Karmacoma, que finalizou de uma maneira muito groovy e dançável uma excelente noite.
Foi, sem dúvida, dos melhores concertos deste ano, e vem mostrar que não é o facto de os Massive Attack não fazerem um álbum há 7 anos que os torna ferrugentos: pelo contrário - compensam ao vivo e de que maneira!

Setlist:

Bulletproof Love
Hartcliffe Star
Babel
16 Seeter
Risingson
Red Light
Future Proof
Teardrop
Psyche
Mezzanine
Angel
Safe From Harm
Inertia Creeps

Splitting The Atom
Unfinished Sympathy
Marakesh

Karmacoma

quarta-feira, março 25, 2009

Omar Rodriguez e Zechs Marquise no Point Ephémère em Paris

Num sítio muito bem localizado, á beira de um afluente do Sena, o Point Ephémère é o local ideal para receber bons concertos: tem boa acústica e a lotação deles, ao contrário do afamado Razzmatazz, não é até não se poder fechar a porta, por isso, houve gente suficiente para não deixar o Omar triste e houve espaço suficiente para se respirar. Com este cenário eu ouvi um dos melhores concertos do ano de 2009, até agora.

No meio de uma fumarada dramática os Zechs Marquise entram em cena para me despojar de tudo o que estava á espera, que era muito azeite extra virgem. Pois deram-me azeite virgem extra quanto baste, foram directos no que queriam fazer, e ainda ouve tempo para um encore. Com Marcel Rodriguez-Lopez na bateria, e o seu irmão mais novo Marfred Rodriguez-Lopez no baixo, escondido nas sombras dos holofotes, ouve uma intimidade de irmãos onde os outros dois membros da banda, Marcos Smith e Matthew Wilkson nas respectivas guitarras, foram autorizados a entrar, dando ao concerto aquele ambiente familiar. O publico ficou á vontade para ouvir e dançar ao som das músicas sem estar focado nos membros da banda, sendo trazido de volta ao Point Ephémère por um muito conversador Matthew Wilkson, que após o concerto ficou em palco com o resto dos membros a arrumar o material (eles não têm roadies). Mais uma vez, foi um bom concerto, o melhor até agora. Não foi maçador como estava a contar, mas também não me deixaram com aquela vontade não de ouvir o esperado Omar e companhia.









Omar foi para o palco com Thomas Pridgen na bateria, o grande Juan Alderete no baixo, o Marcel, que entra outra vez em palco mas no orgão e sintetizador, um ilustre desconhecido no órgão, a Ximena a cantar em algumas músicas, mais um camera-man e o irmão Marfred também como camera-man. O Sr. Alfredo Rodriguez-Lopez começou muito bem, mas antes que déssemos por ela uma menina muito sorridente entra em palco e começa a cantar. Pouco a pouco fui percebendo que era Ximena, pois a diferença das fotos que tem no seu myspace para a presença que estava á minha frente é muito grande. E não fui a única a notar, porque depois de uma presença em palco exemplar, Marcel Rodriguez pareceu esmorecer ao tocar as musicas onde Ximena entra. Quanto aos outros membros, Thomas não nota nada nem ninguém quando toca, Juan escondido nas sombras ignorou e o outro teclista, tanto se lhe deu. Mas Ximena ganhou o público, não com a grande química que tem com o seu parceiro, Omar, que teve de a guiar pelo concerto, não pela sua forte presença em palco (na verdade é infantil, enrolando o cabelo com os dedos e fingindo que tocava bateria em conjunto com o Thomas), e não com a sua voz, pois foi abafada pelos outros instrumentos, mas com o seu sorriso infantil que derreteu os corações dos franceses (homens…). Nem eu nem a rapariga espanhola ao meu lado fomos contagiadas por ela. Aparte disso, o Sr. Alfredo deu-nos um belíssimo concerto, seguindo o exemplo dos Zechs Marquise, não exagerando nos jams e nos solos, sendo estes quanto baste. Os momentos altos foram precisamente quando este deixou de tocar para ouvir os companheiros tocar, principalmente o Thomas.






Omar deixa Paris contente,e com razão pois foi muito bom. Eu deixo Paris e o Omar com algum desgosto, pois queria apenas ouvir Omar e azeite extra virgem e não Omar com uma virgem.

sábado, dezembro 13, 2008

LEGO Covers

Vi agora na Pitchfork as versões LEGO de algumas capas conhecidas de álbuns. Umas melhores que outras, mas estão giras de uma maneira geral. Podem ver mais aqui e aqui. Deixo-vos com 3 delas:

The Strokes - Is This "Brick"

The Smiths - Meat Is Murder

Nirvana - Nevermind

terça-feira, dezembro 09, 2008

The Dodos

Os Dodos são um duo americano de São Francisco, cujos membros são Meric Long (voz e guitarra) e Logan Kroeber (bateria). Tocam um folk-indie muito à base de melodias simples, ajudadas pela voz melancólica de Meric Long, intercaladas com ritmos rápidos impostos pela bateria de Logan Kroeber e pela percussão secundária de um terceiro membro nas tours. Se à partida o género não carrega uma premissa prometedora, ao vivo os Dodos são uma banda viciante. E foi isto que se comprovou na passada sexta-feira, aquando do seu concerto no Salão Brazil, em Coimbra.

Os Dodos apresentam-se como uma banda humilde, que pouco mais pode oferecer para além do singer/songwriter Meric Long e o simples baterista Logan Kroeber. No entanto, a partir do momento em que impõem o seu ritmo ao público, dificilmente alguém deixa de bater o pé: as músicas dos álbuns ganham toda uma nova força ao vivo, contagiando a plateia de forma uniforme. O terceiro membro, Joe Haener, é responsável na tour pelo vibrafone e pelo caixote (sim, um simples caixote de metal). Por muito insignificante que este último pareça, o estalo estridente provocado quando a baqueta nele embate é das partes rítmicas mais cativantes ao vivo, ao passo que no álbum passa despercebida.

Com 3 álbuns na bagagem - Beware Of The Maniacs (2006) e Visiter (2008) - os Dodos apenas este ano se fizeram notar pelo mundo fora, tendo o último álbum recebido muito boas críticas. Conseguem destacar-se de toda a fornada indie que está a ser lançada, e ao vivo conseguem enaltecer toda a sua criatividade e destreza musical. Escusado será dizer que foram várias as ovações e as palmas contínuas em Coimbra.
Deixo-vos com um vídeo do grande concerto no Salão Brazil.


The Dodos from Lugar Comum on Vimeo.

terça-feira, setembro 02, 2008

The Vicious Five assaltam um centro comercial.

Quase podia ser o "Assalto ao Arranha-Céus" mas foi ao Almada Forúm, um centro comercial até bem simpático na margem Sul do Tejo, que os The Vicious Five foram dar um concerto também ele simpático.
Fora umas quantas piadas falhadas do Sr.Albergaria, o concerto foi bom, recheado de riffs, gritos e muitos " yeah, yeah, yeah!", sendo o momento alto a cover dos AC/DC "You Shook Me All Night Long", brilhante e muito bem aceite por uns quantos jovens da velha guarda que estavam presentes, ou não fossem os The Vicious Five a banda que melhor tem representado o rock and roll em Portugal, em todo o sentido da expressão.
Aqui fica, então, umas quantas fotos, que são a prova deste assalto ao sossego daqueles que escolheram a noite de 28 de Agosto para ir às compras.



Só por curiosidade, estava naquela noite presente um fã oficial dos Turbo Negro, pois estava com um casaco dos "TurboJugend". Se tiverem curiosidade de saber a que ponto eles são sensíveis visitem este site http://www.turbojugend.net

domingo, julho 06, 2008

Finalmente, notícias da Suécia! - The (International) Noise Conspiracy


Depois de uma longa espera, que se pode dizer de um ano, os suecos The (International) Noise Conspiracy dão notícias sobre o novo álbum. No blogue do Myspace, a banda adiantou já alguns pormenores sobre o novo álbum, os quais se encontravam entre notícias que abalam todo e qualquer ideal democrático (já coloco essa informação em anexo). O novo trabalho dos suecos já foi remisturado e a banda está a negociar com a editora uma data para o lançamento de The Cross of My Calling.

Entretanto, deixo-vos com algumas fotos, retiradas DAQUI (viste, António, como eu sei fazer links como tu?), que mostram o actual aspecto da banda - visto que de álbum para álbum eles escolhem roupas diferentes, por exemplo - e que podem dar um cheirinho do que, se tudo correr bem, está para vir.






Em relação às notícias que tanto entristecem esta grande banda, e com alguma razão (para não dizer "toda e mais alguma"), eis o que se passa: o governo sueco decidiu aprovar a "FRA-law", que basicamente coloca sob vigia todo o tráfego de SMS e e-mail que circule na Suécia para "proteger os cidadãos do terrorismo" - o mesmo discurso hipócrita de sempre; acho que todos estamos familiarizados. The (International) Noise Conspiracy, enquanto banda cujos objectivos principais são políticos e de intervenção, não deixaram de mostrar alguma frustração com um "Welcome to 1984!". E, para não lhes facilitar as coisas, começaram por usufruir da sua liberdade de expressão ao mesmo tempo que chamam a atenção das autoridades com tendências repressivas suecas através de um bombardeamento de palavras no seu Myspace - e passo a citar: "before we leave you we will post some keywords that will get the attention of the internet spies of the Swedish government. Because if our tax money is going to a systematic surveillance of e-mails and text-messages, we want some bang for our buck. So here goes:

BOMB, TERRORISM, REVOLUTION, FREE SPEECH, JIHAD, EXPLOSION, GLOBAL THREAT, OVERTHROW THE SWEDISH GOVERNMENT, COUP, COMMUNISM, CONSPIRACY."

segunda-feira, março 24, 2008

The Bad Plus @ The Blue Note, NYC

Esta Páscoa fui até Nova Iorque com os meus pais. Enquanto lá estive, e como é obrigatório naquela cidade, fui ver um espectáculo de Jazz. Assim, dirigi-me ao The Blue Note, um dos, senão o melhor, clubes de Jazz de Nova Iorque e, consequentemente, dos Estados Unidos (tinha nas paredes escrito "World's finest Jazz Club & Restaurant", portanto vou confiar).

Enquanto esperava sentado pela banda, folheei o programa de Março, para ver se conhecia alguma banda ou artista e para saber o que ia ver naquela noite. Qual não é o meu espanto quando vejo o nome The Bad Plus. Quem me deu a conhecer estes senhores foi o meu colega stage diver André há cerca de um ano. Os The Bad Plus são um trio de Jazz/Experimental constituído pelos músicos Ethan Iverson (piano), Reid Anderson (baixo) e David King (bateria). Conhecia muito pouco da banda (e ainda conheço), antes do espectáculo, mas isso não me impediu de desfrutar ao máximo do concerto. Aliás, foi uma óptima surpresa.

O concerto começou com um solo do baterista. Começando a um ritmo lento, usando baquetas e as mãos, parecia uma criança a bater nos diferentes componentes da bateria sem qualquer sentido de ritmo ou coordenação, como quem estava a usar o instrumento pela primeira vez na vida e experimentava todo o tipo de sons que dele saíam. No entanto, muito lentamente, a bateria foi progredindo, ganhando ritmo, ganhando alma, sendo notável o gozo que o baterista estava a ter ao tocar sozinho impondo o seu ritmo e improvisando ao máximo. Foi após esta evolução lenta e cativante da bateria que o piano e o baixo entraram de rompante, quando o ritmo da bateria já se encontrava estável. Esta primeira música foi bastante longa e foi claramente protagonizada pelo baterista, quer na intro quer durante o resto da música. A partir daqui o concerto fluiu de forma espantosa.

O porta-voz da banda era o pianista, que a cada 3 ou 4 músicas fazia uma pausa para explicar a história por detrás das faixas que tinham tocado anteriormente ou que iam tocar de seguida. No entanto, ao longo do concerto não foi só o baterista que teve direito ao seu momento. Ambos o pianista e o baixista se fizeram notar em largos minutos em que o palco foi apenas seu. O baterista apenas se destacou mais porque foi o mais espalhafatoso, no bom sentido claro (dos três instrumentos, a bateria é o mais espalhafatoso). Houve também momentos em jeito de dueto - Bateria+Baixo e Piano+Baixo - sendo estes bastante diversificados: ora muito lentos intercalados com largos períodos de silêncio (e silêncio mesmo, fora uma ou duas vezes em que um americano estúpido berrou "Wooohooo!"), ora tocados a um ritmo bastante dançável. Destacaram-se os temas Big Eater, Smells Like Teen Spirit (cover dos Nirvana, das poucas que eu conhecia), Life On Mars (cover de David Bowie), 1972 Bronze Medalist e Anthem For The Earnest (como é que eu sei os nomes das músicas que eles tocaram se na altura não os conhecia? Já aqui tenho a obra completa da banda e pesquisei quais as músicas que tinha ouvido). Foi um excelente concerto, em que o que me cativou e impressionou mais foi a vertente progressiva de Jazz. Todas as músicas cresceram, umas mais rápido que outras, até um pico, ou vários, lentamente desvanecendo de seguida mas sempre doseadas com experimentalismo q.b..
A banda criada em 2000, tem 6 álbuns editados e está no bom caminho para continuar a produzir música de alta qualidade. Aconselho a fãs de Jazz e não só. Aconselho também o The Blue Note a quem visite Nova Iorque. Para os interessados, deixo-vos:

Uma música: boomp3.com
Myspace da banda
Site oficial da banda
Um vídeo:

quinta-feira, novembro 22, 2007

A Salsicha Klaxon

Estando eu a ver as fotos que tirei na edição deste ano do festival Super Bock Super Rock, deparo-me com esta fotografia. Aparentemente, agora levam-se embalagens de salsichas para os festivais. O que aconteceu à mítica sandocha mista espalmada no bolso? Estarão os festivaleiros a ficar mais requintados? Ou seriam as salsichas destinadas ao arremesso? Esta última não faz muito sentido (não que os Klaxons não tivessem merecido um bocadinho), visto que dificilmente alguma coisa roubará o lugar aos tomates podres e aos ovos. De notar também é a selectividade do indivíduo que segura as salsichas: comprou salsichas do Lidl, quando podia muito bem ter-se servido de umas Isidoro do Pingo Doce ali perto. Bom, mas nada como olhar para a foto e fazerem as vossas interpretações :)



Interpol + Blonde Redhead @ Coliseu dia 7 de Novembro - Fotos

Aqui estão, como prometidas (pelo André), as fotos tiradas no concerto. As mais sinceras desculpas pela demora.

Blonde Redhead


Interpol